Aves e aeronaves
Aves e aeronaves: riscos e desafios para a ciência e sociedade quanto ao perigo aviário
Série Biblioteca, v. 70
Autores: Sávio Freire Bruno e Julia Rodrigues Barreto
Páginas: 126
Formato: 16 x 23 cm
Peso: 0,215 kg
ISBN: 978-85-228-1167-0
Eduff
Ano de publicação: 2016
Edição: 1ª
Língua: Português
Preço: R$ 26,90

Aves e aeronaves: riscos e desafios para a ciência e sociedade quanto ao perigo aviário

 

Em conjunto com os dados nacionais já existentes, este livro objetiva sintetizar o conhecimento disponível sobre o tema do perigo aviário no país e no mundo e se propõe a contribuir para o crescente reconhecimento do risco aviário e para o avanço em pesquisas nessa vertente.

O perigo aviário pode ser definido como o risco potencial de colisão de uma aeronave com uma ave ou bando de aves, seja no solo ou em determinada porção do espaço. Desde antes do primeiro voo de Santos Dumont, em 1906, colisões com aves já eram uma possibilidade real de risco a ser considerada pelos pioneiros da aviação.

A primeira colisão aviária a causar perda humana foi com o norte-americano Calbraith Rogers, que faleceu após o acidente, em um voo sobre Long Beach, Califórnia. Desde então, estima-se que o perigo aviário tenha levado à morte de mais de 276 pessoas e, no mínimo, 25 mil aves são perdidas a cada ano.

O perigo aviário agravou-se ao longo do tempo e apresenta-se como uma contínua ameaça na história da aviação, contando com exemplos que alcançaram reconhecimento mundial, como o caso, em 2009, do Airbus que, após colidir com gansos canadenses de 3,6 kg, teve pouso forçado no rio Hudson, em Nova York.

O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos totalizou 9.423 colisões com a fauna silvestre somente nos últimos 17 anos. Mais de 87 mil colisões de aves num intervalo de 19 anos (1990-2008) nos Estados Unidos podem-se contabilizar por relatos à Administração Federal de Aviação (FAA), órgão semelhante à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) do Brasil.

De acordo com o Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias (Snea), as grandes empresas aéreas lidam com prejuízos diretos superiores a US$ 4 milhões todo ano. Apesar de alto, considera-se que o valor dos prejuízos decorrentes de colisões alcançados atualmente evidenciam somente parte do dano, pois os custos indiretos multiplicam o montante por quatro e, em alguns casos, por cinco.

De acordo com os autores, ainda há muito a se avançar na pesquisa do assunto, principalmente no Brasil, até que se alcancem estratégias eficazes de mitigação. Tendo o estudo avançado mais em outros países, Sávio Bruno e Julia Barreto destacam a importância de se aproveitar e utilizar esses dados e resultados para compor uma visão do panorama da colisão aviária no Brasil.

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